| RUI CARLOS |
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| Menina vendia drogas e foi apreendida por homens do esquadrão dos Anjos da Guarda |
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Os primeiros resultados da segunda fase do projeto ´Anjos da Guarda´, da Guarda Municipal de Jundiaí já aparecem. No segundo dia de ronda, uma adolescente de 15 anos foi detida vendendo drogas próximo à entrada de uma escola no Jundiaí-Mirim e encaminhada às autoridades da infância e juventude.
Com a garota, foram encontrados 29 tubetes de cocaína e R$ 202 em dinheiro. Este será um dos focos do patrulhamento da corporação que, no último final de semana, recebeu mais de vinte viaturas novas, entregues em solenidade no Paço. De acordo com o subinspetor Cássio Nicola, o ´Anjos da Guarda´ é um projeto importante não só para a segurança e repressão ao tráfico, mas também para a formação pedagógica.
"O GM é um gestor de segurança. Ele tem autonomia para identificar o problema e aplicar as medidas para a solução. Ocuparemos o espaço onde antes ficava o traficante", conta. No segundo dia de patrulhamento, os guardas Fernando Picoli e Valdeni Ferreira da Silva prenderam uma adolescente de 15 anos comercializando drogas nas imediações da Escola Municipal de Educação Básica Armanda Santina Polenti, no Jundiaí-Mirim.
"Ela estava conversando com um rapaz. Abordamos o moço e com ele não foi encontrado nada. Como ela saiu andando, também foi questionada", conta Picoli. Com a menina foram encontrados R$ 202 escondidos no short. Ela estava sentada em cima de uma tábua, onde escondia quatro tubetes de cocaína. Os cães do Canil da GM foram acionados e mais 25 tubetes foram encontrados próximos de onde ela estava sentada.
O dinheiro estava dentro de um saco plástico, escondido nas roupas. "Não sei o que vai ser agora", lamentava a menina na Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes - Dise. A mãe da garota a acompanhava e chorava bastante. "Não sabia que ela se envolvia com isso. Ela saía de casa falando que ia à casa de amigas", conta.
A adolescente mora no Caxambu e já tem passagem anterior por furto, mas não chegou a cumprir pena ou ir a uma instituição de reeducação. Disse que sabia que as drogas não eram dela e sim das amigas, que saíram andando sem serem abordadas.
LUCIANA MÜLLER
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10/02/2010
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