Atualmente, a GMJ é subdividida em vários setores com finalidades específicas dentro do município de Jundiaí, que atua tanto na Serra do Japi como nas salas de aulas das escolas municipais e estaduais.
Desde o início da sua fundação a GM é responsável pela vigilância da Serra do Japi, por isso não há como precisar em que data se iniciou esta vigilância. Mas é certo que o 1º grupamento florestal foi designado em 1981 e sob a responsabilidade da Guarda Municipal de Jundiaí de encontra-se a única reserva de floresta tropical sob solo de quartzito, que é composto de arenito, uma espécie de areia marítima que se solidificou com o passar das eras do planeta. Tombada como patrimônio da humanidade na década de 80, a preservação da Serra do Japi é árdua, mas gratificante. Com mais de 80% da área preservada dentro do território de Jundiaí, a GM mantém vigilância 24 horas por dia na serra, por um contingente de 21 guardas e um subinspetor, divididos em três postos avançados. Os maiores problemas enfrentados são os desmatamentos proibidos, as invasões não permitidas, os caçadores e principalmente os incêndios, ocasionados por queimadas e balões. Com toda a segurança para o trabalho, possuem botas capazes de suportar temperaturas superiores a 300º C. Realizam também um trabalho educacional visando conscientizar a todos da importância do respeito à natureza, o problema dos balões, as conseqüências dos desmatamentos e das queimadas, tudo isto objeto de inúmeras reportagens dos jornais da cidade de Jundiaí e região. Cultivando um viveiro de mudas de árvores nativas, trabalham diariamente para o reflorestamento e a proteção da Serra do Japi em áreas degradadas. Texto : Gm Dênis
Licenciado em História pela Puc de Campinas
Página visitada 2457
vezes
|
Para imprimir -- |
 |
|